
A negociação pelo acordo de paz, que deveria ser realizado dia 18 de setembro, foi antecipada um dia (17 de setembro) pelo presidente boliviano Evo Morales. O presidente convocou a comissão de negociação a estarem na cidade de Cochabamba entre 16h e 17h, disse também para que o trabalho seja feito a portas fechadas, no intuito de encurtar o prazo do resultado final, que seria de um mês.
O acordo poderá pôr fim ao embate existente entre o governo de Morales e seus departamentos de oposição: Santa Cruz, Beni, Chuquiasca, Tarija e Pando. É para cessar esses conflitos que o presidente deseja realizar às pressas a negociação.
Um pré-acordo já foi feito e prevê a devolução do imposto sobre o gás para os departamentos de oposição, autonomia na administração de Santa Cruz, Pando, Beni e Tarija, a saída dos manifestantes que ocuparam os prédios públicos nesses departamentos e a investigação da autoria da chacina de Pando. Nesse pré-acordo também foi estabelecido que a Unasul (União das Nações Sul-Americanas), a Igreja Católica, a União Européia e a ONU acompanhariam os diálogos entre o governo e a oposição. Porém a participação dessas instituições no acordo ainda não está clara.
Pode-se encontrar artigos sobre esse caso na Bolívia nos seguintes blogs:
Blog Acerto de Contas: Governo e oposição avançam para acordo na Bolívia
Josias de Souza (13/09 – 01h36): Evo põe um pedaço da Bolívia sob estado de sítio
Paulo Moreira Leite:Em La Paz: luta por terra e impostos (1)
Direto de La Paz: “um acordo é difícil” (2)
Direto de La Paz: Evo e o racismo às avessas (3)
A notícia sobre a antecipação do acordo de paz foi publicada na Folha Online no dia 17 de setembro, às 13h53 e pode ser lida na íntegra acessando o seguinte link: Morales pede que negociação por paz na Bolívia comece ainda hoje
O acordo poderá pôr fim ao embate existente entre o governo de Morales e seus departamentos de oposição: Santa Cruz, Beni, Chuquiasca, Tarija e Pando. É para cessar esses conflitos que o presidente deseja realizar às pressas a negociação.
Um pré-acordo já foi feito e prevê a devolução do imposto sobre o gás para os departamentos de oposição, autonomia na administração de Santa Cruz, Pando, Beni e Tarija, a saída dos manifestantes que ocuparam os prédios públicos nesses departamentos e a investigação da autoria da chacina de Pando. Nesse pré-acordo também foi estabelecido que a Unasul (União das Nações Sul-Americanas), a Igreja Católica, a União Européia e a ONU acompanhariam os diálogos entre o governo e a oposição. Porém a participação dessas instituições no acordo ainda não está clara.
Pode-se encontrar artigos sobre esse caso na Bolívia nos seguintes blogs:
Blog Acerto de Contas: Governo e oposição avançam para acordo na Bolívia
Josias de Souza (13/09 – 01h36): Evo põe um pedaço da Bolívia sob estado de sítio
Paulo Moreira Leite:Em La Paz: luta por terra e impostos (1)
Direto de La Paz: “um acordo é difícil” (2)
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A notícia sobre a antecipação do acordo de paz foi publicada na Folha Online no dia 17 de setembro, às 13h53 e pode ser lida na íntegra acessando o seguinte link: Morales pede que negociação por paz na Bolívia comece ainda hoje
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