
Saari, interrogado por autoridades locais um dia antes do ataque, por conta de publicações na internet em que ele aparecia armado, era apreciador de: “computadores, armas, sexo e cerveja”, sem contar filmes de terror. Segundo investigações iniciais, o jovem vinha planejando este ataque desde 2002, e mostrava ser uma pessoa que odiava a humanidade.
Após o ocorrido, o primiê finlandês Matti Vanhanem, que já havia enfrentado um caso similar em novembro de 2007, planeja uma mudança na lei que libera a licença de armas no país, que possui a terceira maior população armada do mundo. A lei operante hoje prevê que a licença pode ser dada desde que a pessoa faça uma entrevista em uma delegacia local e seja maior de 18 anos, embora adolescentes com mais de 15 anos possam possuí-la desde que tenham permissão dos pais, e que utilizem a arma para esporte, caça ou coleção.
Fontes:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u447823.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u447958.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u447974.shtml
http://www.estadao.com.br/internacional/not_int247235,0.htm
Com um episódio desses, a organização social da Europa acaba por ser contestada de alguma maneira. Isso por conta de se contestar o equilíbrio existente nas sociedades européias, ou seja, a idéia de que ali não existem problemas acaba. Nesses casos, o porte de armas da maneira como é aplicado nesses países é eficiente? Ao que parece nem tanto, pois de alguma maneira a liberação sem grande controle acaba por trazer algumas conseqüências inesperadas, como este ataque. Além das armas, o psicológico de jovens do primeiro mundo também é colocado em evidência, afinal episódios como esse acabam por mostrar que, ainda que eles vivam em países com uma ótima qualidade de vida, eles possuem muitos problemas que jovens de países menos desenvolvidos, como o Brasil, não tem.
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