Pela primeira vez depois da Segunda Guerra Mundial, um crime de guerra foi julgado pelos EUA na base militar de Guantánamo, resultando na condenação do ex-motorista de Bin Laden. Salim Hamdan era acusado de servir o líder da organização terrorista por cinco anos e ainda ter participado da organização dos atentados de 11 de setembro. O advogado de defesa, Brian Mizer, alegou que Hamdan fazia este trabalho apenas por necessitar dos US$ 200 que lhe pagavam. Mizer ainda reclamou do sistema aplicado em Guantánamo, que, segundo suas palavras, “parece desenhado para conseguir declarar culpados os presos”.
Fonte: Folha de S. Paulo, 6 de agosto de 2008.
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